Nos anos 80 fui new wave, ouvia Janis Joplin, sonhava com as pérolas de Chanel - já usava seu number five - fiz um altar para Mary Quant (santa minissaia), fazia yôga para ser minimal nos 90 e amava os Jetsons. Na primeira década do terceiro milênio sinto um perfume de noir no ar, cansei do minimal, assumi minhas contradições e faço ode a estilo próprio.
Sou jornalista com formação, especialização e devoção a moda - não a roupa - mas a este fenômeno que é um depoimento expresso de uma história.